Conan Osiris

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Title : 28 Julho
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Catalog ref. : 01:30

Dia 28 de julho (sábado) é a vez de Conan Osiris se apresentar no Palco do Museu Berardo. Tiago Miranda, nome de berço do compositor e produtor, lançou recentemente o primeiro álbum de originais “Adoro Bolos”, um disco que recebeu fortes aplausos da crítica especializada e que agora será presenciado ao vivo com um concerto no Festival dos Museus à Noite. Uma experiência que promete ser memorável.

Kastrupismo

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Title : 28 JULHO
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Catalog ref. : 22:40

Guilherme Kastrup traz ao Museu Nacional de Arqueologia, dia 28, o seu projeto autoral Kastrupismo. Uma combinação das raízes da música brasileira com a música eletrónica e o jazz. Reconhecido por ser o criador e diretor do premiado “A Mulher do Fim do Mundo”, e do “Deus é Mulher” que uniram a diva do samba Elza Soares, o baterista, e produtor musical, colaborou ainda com grandes nomes da música brasileira como Adriana Calcanhoto,  Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Vanessa da Mata e Zeca Baleiro entre outros.

Momo

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Title : 28 JULHO
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Catalog ref. : 22h:20

Momo, alcunha musical de Marcelo Frota, atua dia 28 de julho no Picadeiro Real.  O cantor e compositor traz consigo o mais recente disco “Voá” produzido juntamente com Marcelo Camelo.  Este quinto trabalho inclui colaborações com Rita Redshoes e com o compositor brasileiro Wado. Os antecedentes álbuns “A Estética do Rabisco” (2006), “Buscador” (2008), “Serenade of a Sailor” (2011) e “Cadafalso” (2013) mereceram o aplauso da imprensa internacional e o reconhecimento do prestigiado jornal O Globo. O artista integra a coletânea “A Tribute to Caetano Veloso” com a música “Alguém Cantando”, ao lado de nomes como Rodrigo Amarante, Beck, Ana Moura e Marcelo Camelo, entre outros. Juntamente com Wado e Cícero, Momo gravou em Lisboa em 2013 o trabalho “O Clube” que celebrou o encontro dos três brasileiros com os artistas portugueses Fred Ferreira (Banda do Mar, Orelha Negra), Diego Armés (Feromona, Chibazqui), Bernardo Barata (Diabo na Cruz) e Alexandre Bernardo (Laia). Marcelo Camelo elogia Momo como “um ouro da nossa geração”, com sua voz de veludo e seu violão de marinheiro”, “Um canto tão particular quanto profundo, mas num registro de beleza universal”.

Kimi Djabaté

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Title : 28 JULHO
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Catalog ref. : 21h:10

O Museu Nacional de Arqueologia no dia 28 Kimi Djabaté, músico e compositor, oriundo da Guiné-Bissau. O artista, que veio para Portugal em 1994, ainda continua dedicado à música com que cresceu no seu país de origem, embora desenvolva o seu trabalho com inúmeras participações e influências internacionais. Em 2005, lançou o primeiro álbum a solo, “Teriké” e com o segundo álbum “Karam”, Djabaté retrata África, tendo como tema central as realidades sociais e políticas, uma homenagem ao povo que está no coração da sua música.

Tomara

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Title : 28 JULHO
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Catalog ref. : 20:40

Filipe Monteiro, de nome artístico Tomara, atua dia 28 no Picadeiro Real. Depois de passar por algumas bandas de garagem, experiência rica e frutuosa no seu percurso inicial, Tomara é um passo em frente. Trata-se da primeira obra em nome próprio, uma nova aventura sob um alter-ego. “Favourite Ghost” foi editado em Setembro de 2017 e inclui os temas “Coffee and Toast” e “For No Reason”. Filipe Monteiro consegue, de forma singular, focar o ouvinte para uma espécie de dimensão supra-emocional.

Sem Medo. 60 Anos Depois!

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Title : 27 e 28 Julho
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Catalog ref. : 19h00 às 24h00

As eleições presidenciais de 8 de junho de 1958 foram um momento marcante da História recente de Portugal. Pela primeira e única vez durante o Estado Novo (1933-1974) um candidato oposicionista levou a sua candidatura até ao dia das eleições. Humberto Delgado causou um autêntico terramoto político que fez tremer o regime. A sua atitude, os discursos inflamados, a promessa de demissão do presidente do Conselho e a campanha «à americana», arrastaram multidões pelo país fora e garantiram-lhe o apoio da maioria dos movimentos oposicionistas portugueses. Perante a popularidade do «General sem medo», Salazar fez aumentar a repressão sobre Delgado e seus apoiantes, garantindo, a todo o custo, a vitória do candidato da União Nacional, o contra-almirante Américo Tomás.

27 e 28 de Julho das 19h00 às 24h00

Museu Presidência – Exposição Permanente

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Title : 27 e 28 Julho
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Catalog ref. : 19h00, 20h00, 21h00, 22h00 e 23h00

Nas visitas rápidas ao Museu da Presidência da República iremos dar a conhecer o papel e a evolução da instituição presidencial e a vida e ação politica dos seus protagonistas desde o Presidente Manuel de Arriaga ao atual Presidente Marcelo Rebelo de Sousa.
27 e 28 de Julho às 19h00, 20h00, 21h00, 22h00 e 23h00 (número máximo de 30 participantes)*

/Lucas

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Title : 28 JULHO
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Catalog ref. : 22h:20

Dia 28 de julho no Museu da Presidência, /Lucas, uma das metades de Medeiros/Lucas, num concerto a solo de voz e guitarra.  /Lucas é o nome óbvio para a incursão a solo de Pedro Lucas, que ao longo dos anos foi acompanhando caseiramente os seus projectos com composições e exercícios no seu instrumento de eleição. Sem efeitos, por vezes com uma linguagem crua, outras de forma mais rendilhada, Lucas abraça-se à guitarra e deixa-se levar por temas que vão das melodias mais simples à improvisação agreste.

Monster Jinx ft J-K

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Title : 28 JULHO
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Catalog ref. : 23:15

Monster Jinx, o coletivo artístico grande Monstro Roxo, vai apresentar, no dia 28 de Julho no palco do Museu Coleção Berardo, dois dos seus fundadores, Darksunn e J-K. O autor de hip-hop com mais de 15 anos de produção, Darksunn, vai apresentar a sua música, animadora mas onde há algo meio assustador. J-K nasceu no Congo, cresceu na Sertã, viveu em Lisboa, morou no Porto e voltou a Lisboa. Não que isso tenha influenciado a sua música. Foram outros os poderes que açucaram a sua imaginação. A única forma que conhece para organizar o cérebro é a música e o único método que lhe enche as medidas é o Hip-Hop. Quando não está irritado com tudo ou contente com nada, distorce a vida e cria novos enredos para o dia a dia.

Linha, Forma e Cor — Obras da Coleção Berardo

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Title : 27 e 28 Julho
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Esta exposição centra-se na análise de um conjunto de obras da Coleção Berardo em que os artistas utilizam livre e criativamente a linha, a forma e a cor — elementos que estão intrinsecamente ligados à nossa vida, a tudo o que vemos, tocamos ou sentimos, e que podem ser considerados os principais blocos de construção da arte abstrata desde o início do século xx.

O aparecimento da fotografia no princípio do século xix tornou incongruente toda a forma de pintura naturalista e imitativa e levou os artistas a debaterem, questionarem e rejeitarem o conceito de arte. Mas o século xx não se limitou a debater, questionar e rejeitar o conceito de arte: preocupou-se também em defini-lo e redefini-lo, testando as suas possibilidades através da multiplicidade de estilos e movimentos.

A presente exposição pretende, a partir de quatro artistas presentes na Coleção Berardo — Kazimir MalevichPiet MondrianJosef Albers e Ad Reinhardt—, analisar a arte abstrata, bem como o enorme leque de ações e possibilidades expressivas que dela surgiram, através da grande tensão que existe entre os seus diferentes ramos (não-objetiva, não-figurativa, absoluta e concreta).

A arte abstrata surge no início do século xx, a partir das experiências das vanguardas europeias que recusam a herança renascentista das academias de arte e usam os elementos puros das artes visuais — como as cores, as linhas e as formas geométricas — na composição das suas obras de uma forma não-representacional e absolutamente livre.

É, no entanto, a partir dos anos 40, no pós-guerra, que a arte abstrata alcança o seu triunfo. Começando em Paris, importada por artistas emigrantes holandeses, russos e alemães, conquista a Europa inteira, ultrapassando fronteiras, continentes e oceanos, sendo o reflexo do estado de espírito dos artistas, profundamente tocados e afetados pelas ondas de choque que abalam os valores da civilização, da cultura e da arte.

É neste estado de espírito, aliado à sensação de liberdade que se vivia e à crença numa arte universal, sem fronteiras, que devemos inserir o triunfo da arte abstrata no pós-guerra.

Malevich é o primeiro artista que tenta seriamente chegar à pintura absoluta, purificada de qualquer alusão objetiva, através da supremacia da cor e da forma, que nos permitirão alcançar a sensação pura e o carácter dinâmico da obra de arte. O seu pensamento influenciará profundamente a obra de artistas como Yves KleinPiero Manzoni e Robert Ryman.

Para Mondrian, a eliminação do real e do visível é um princípio filosófico e transcendental que se alcança através de uma pureza estética, criada a partir das cores e dos elementos puros. Mondrian e o movimento De Stijl influenciarão os artistas da action painting, da arte monocromática, da arte cinética, da pintura zero e da op art.

Influenciado pelo De Stijl, Albers apresenta uma extrema redução da forma, elaborada com grande primor pictórico e técnico. As suas pinturas maiores, a série Homenagem ao Quadrado, pintadas a partir de 1950, demonstram claramente como as coisas elementares são inexplicáveis. A sensação de insegurança que as suas obras provocam é, sem dúvida, a grande prova da falibilidade da nossa percepção. A combinação das possibilidades perceptivas é infinita, e a incapacidade de o nosso olhar as fixar é dolorosamente evidente, tanto física como mentalmente. É necessário ter uma enorme sensibilidade para captar as suas nuances e reconhecer a originalidade da sua obra.

Para Reinhardt, a pintura só é concebível como o produto de uma cultura à beira do fim. As suas pinturas aproximam-se do grau zero, daquilo que não é visível. Na década de 1950, utiliza apenas uma cor, passando do azul para o preto, capaz de variações infinitas, com a adição de cores primárias. Um preto que inclui todas as cores, que significa tudo, precisamente porque é negativo, propondo uma arte pura e vazia, absoluta, exclusiva, não-objetiva, não-representativa, não-expressionista, independente, intemporal e não-subjetiva.

Hoje, e com o distanciamento que o tempo nos permite, podemos concluir que a arte abstrata não foi unificadora, não aboliu a beleza nem eliminou o individualismo; antes pelo contrário, deu origem a inúmeras possibilidades expressivas. Nesta exposição, tentaremos analisar algumas das quais através do jogo de conceitos, intuições e sentimentos que os artistas exploram e que nos provocam diferentes emoções e interpretações; assim, há uma emancipação, bem como uma renúncia às mensagens que lhes são impostas.

Obras de  Josef Albers, Fernando Calhau, Alan Charlton, Noronha da Costa, José Pedro Croft, Ian Davenport, Fernanda Fragateiro, Al Held, Gary Hume, Ann Veronica Janssens, Peter Joseph, Yves Klein, Imi Knoebel, José Loureiro, Kazimir Malevich, John McCracken, Ana Mendieta, Piet Mondrian, Bruce Nauman, Ad Reinhardt, Pedro Cabrita Reis, António Sena, Ângelo de Sousa, Frank Stella, Hiroshi Sugimoto, Cy Twombly e Victor Pires Vieira.
Curadoria de Rita Lougares e Jorge André Catarino.