Marcelo Camelo

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Title : 27 JULHO
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Catalog ref. : 23:30

Marcelo Camelo atua no dia 27 de julho no Belém Art Fest, no incrível Claustro do Mosteiro dos Jerónimos. O carioca apresenta-se a solo, num concerto com voz e viola, passados cinco anos da última vez que o vimos em palco, mais concretamente no Teatro Tivoli, em Lisboa, no mesmo formato intimista, que ele faz funcionar tão bem.

Um dos músicos mais respeitados da atualidade da música brasileira, Marcelo Camelo atua depois das aventuras com Banda do Mar, e produções de discos, como o caso de “Vem” (2018), o último de Mallu Magalhães. Acompanhado de voz e viola, o autor de obras como “Nos/Sou” (2008) e “Toque Dela” (2011) recupera um repertório icónico, que passa não só pela sua carreira a solo, como também por composições icónicos dos Los Hermanos e até por temas conhecidos via Banda do Mar.

Foi precisamente em 2013 que apresentou o documentário “Mormaço” num ano que se regista a última apresentação a solo. A presença do compositor carioca no alinhamento do Belém Art Fest constitui um dos motivos mais inéditos e que suscita maior curiosidade no regresso a palco de Marcelo Camelo.

Dengue Dengue Dengue!

Band :
Title : 27 JULHO
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A dupla peruana de Tropical Bass, composta por Filipe Salmon e Rafael Pereira vai trazer diretamente de Lima as suas experiências sonoras mergulhadas na Cumbia Digital, um projeto sempre em constante evolução, que explora ritmos e sons do mundo. Não é fácil atribuir um género específico ao duo, mas certo é que graças ao espetáculo visual que trazem e às muitas sonoridades envolvidas o resultado só se pode traduzir em festa.

Exposição Permanente Museu Coleção Berardo (1960-2010)

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Title : 15 e 16 de setembro
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A exposição agrupa os mais significativos movimentos artísticos das neovanguardas, como sejam o Minimalismo, o Conceptualismo, o Pós-minimalismo, a Land Art ou a Arte Povera, entre outros. No curso destes movimentos o objeto artístico sofreu uma profunda reconfiguração das suas categorias tradicionais, pelo que a sua manifestação implicou a realização de pressupostos apenas vislumbrados pelas vanguardas históricas e um refazer no depois desse tempo.

O percurso inicia-se com as experiências minimalistas que reclamaram o primado da experiência percetiva sobre o conhecimento linguístico do objeto artístico, a que segue um aprofundamento do sensorialismo, já não restringido ao âmbito da visão, mas extensível aos movimentos do corpo do observador.

O papel da linguagem verbal e da sua relação com a imagem, geralmente fotográfica, que o conceptualismo interrogou, define uma outra ordem para o objeto artístico, que perdeu a sua relação com o fazer artesanal e se posicionou como ideia do que pode ser enquanto arte. Se a arte minimal havia valorizado o objeto produzido industrialmente, a Arte Povera italiana veio confrontar essa determinação tecnológica com o valor das substâncias naturais e a sua memória poética, numa dialética crítica.

Por seu turno, a Land Art veio alargar o campo de atuação artística para a própria paisagem e da paisagem para o museu. A emergência do corpo como meio da realização artística preocupou vários artistas no início da década de 1970 e os seus trabalhos são documentos de ações artísticas que perduram a partir destes testemunhos. A par destes são apresentadas a emergência da prática do vídeo, com a diversidade de posicionamentos que lhe dão origem, e a nova fotografia alemã, sistemática e documento dos monumentos de uma ordem económica oriunda de uma cultura que havia rejeitado o objeto artístico.

Neste panorama de duas décadas intensas cruzam-se alguns dos principais posicionamentos artísticos do ocidente durante o terceiro quartel do século XX e a primeira década do século XXI.

Pedro Lapa
Curador

Do Paleolítico à Época Medieval – Exposição permanente

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Title : 15 e 16 de setembro
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O acervo do Museu reúne as colecções iniciais do fundador e de Estácio da Veiga. A estas somaram-se numerosas outras de trabalhos arqueológicos realizados sob tutela do Museu, bem como doações ou legados, a exemplo de Bustorff Silva, Luís Bramão, Samuel Levy.
Foram ainda feitas incorporações a partir de outros departamentos do Estado, como as colecções de arqueologia da antiga Casa Real Portuguesa, após a implantação da República; colecções de arqueologia do antigo Museu de Belas Artes, quando se criou o actual Museu Nacional de Arte Antiga, entre outros.

História do Mosteiro dos Jerónimos

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Title : 15 e 16 de setembro
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O Mosteiro dos Jerónimos é Monumento Nacional desde 1907 e, em 1983, a UNESCO classificou-o como Património da Humanidade.

Perto do local onde o Infante D. Henrique, em meados do séc. XV, mandou edificar uma igreja sob a invocação de Sta. Maria de Belém, o rei D. Manuel I construiu um grande Mosteiro. Para perpetuar a memória do Infante, pela sua grande devoção a Nossa Senhora e crença em S. Jerónimo, D. Manuel I decidiu fundar em 1496, o Mosteiro de Sta. Maria de Belém, perto da cidade de Lisboa, junto ao rio Tejo.
Doado aos monges da Ordem de S. Jerónimo, é hoje vulgarmente conhecido por Mosteiro dos Jerónimos.

Panteão da Dinastia de Aviz-Beja a Igreja acolhe no séc. XIX sepulturas de heróis e poetas: Vasco da Gama e Luís de Camões.

Hoje é admirado como o expoente máximo da arquitetura manuelina do séc. XVI, e parte integrante da cultura e identidade portuguesas.

O Mosteiro dos Jerónimos é desde 1983 Património da Humanidade da UNESCO.
Notável obra de arquitetura do séc. XVI é parte integrante da cultura e identidade portuguesas.

Há Fogo! Há Fogo! Acudam, acudam! – Exposição permanente

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Title : 15 e 16 de setembro
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Cidade antiga e populosa, Lisboa foi sempre sujeita a incêndios. Por isso, são já medievais as iniciativas para assegurar a prevenção e o combate dos sinistros enquanto atividade indispensável à cidade, ao seu património e ao bem-estar dos seus habitantes.

Detendo desde então a autoridade sobre a gestão deste serviço, o município de Lisboa não mais deixou de a exercer. Mas, é com a aquisição das primeiras bombas hidráulicas transportadas por homens que se inaugura a aventura das prodigiosas máquinas de extinção de incêndios e salvamento de pessoas e se progride no sentido de uma organização cada vez mais especializada.

Com balizas temporais que vão dos finais do século XVIII a inícios do século XX, esta exposição, reúne algumas dessas máquinas e outros objetos, para contar a história da evolução tecnológica na prestação do socorro a Lisboa.

São peças que pertencem às coleções do Museu do Regimento de Sapadores Bombeiros da Câmara Municipal de Lisboa, com forte valor identitário para os bombeiros, e com grande valor patrimonial para a cidade de Lisboa, sendo a sua salvaguarda e divulgação da maior importância.

Em exposição no Picadeiro Real (antigo edifício do Museu dos Coches) até Abril 2017.

A visita a esta exposição não acresce ao custo normal do bilhete de ingresso no Picadeiro Real.

Coleção de Gala e de Passeio dos Séculos XVI a XIX – Exposição permanente

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Title : 15 e 16 de setembro
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Reunindo uma coleção única no mundo de viaturas de gala e de passeio dos séculos XVI a XIX, na sua maioria provenientes da Casa Real Portuguesa, a que se acrescentaram veículos vindos dos bens da Igreja e de coleções particulares, o Museu Nacional dos Coches apresenta um excelente conjunto que permite ao visitante a compreensão da evolução técnica e artística dos meios de transporte de tração animal, utilizados pelas cortes europeias até ao aparecimento do automóvel.