Hearts and Bones

Band :
Title : 16 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 20h30

Hearts and Bones são Petra Pais e Luís Ferreira, fundadores de uma das mais reconhecidas bandas de blues nacionais, a Nobody’s Bizness, juntos em dueto e em visita ao blues e à folk norte-americana. Voz, guitarra e décadas de histórias em canção é o que trazem ao público com a paixão que os tem movido, prestando homenagem aos seus heróis, assim como os seus próprios temas, escritos ao longo de mais de uma década de parceria. De Robert Johnson a Patsy Cline, de Paul Simon a Neil Young, Hearts and Bones partilham o amor à música num formato intimista e cru, em que vagueiam tanto os fantasmas do Mississippi como os do Tejo que os viu crescer. A dupla esteve presente na edição de 2016 do Festival Músicas do Mundo de Sines.

Petra Pais: voz, guitarra e percussões
Luís Ferreira: guitarra, guitarra dobro (slide) e vozes

Sampladélicos

Band :
Title : 16 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 21h30

Sílvio Rosado músico e Tiago Pereira documentarista criam uma performance audiovisual a partir das gravações de práticas musicais ou ambientes sonoros de um determinado local. Construindo por um lado um arquivo vivo de documentos de uma música/sonoridade identitária local, que pode ser consultado e que mantêm a memória viva, e por outro lado a desconstrução desse mesmo arquivo/ memória, permitindo que a comunidade se reveja e se questione e ao mesmo tempo criando um espaço lúdico de fruição onde se pode dançar a me- mória ou seguir uma história.

Exposição Permanente Museu Coleção Berardo (1960-2010)

Band :
Title : 15 e 16 de setembro
Label : , ,

A exposição agrupa os mais significativos movimentos artísticos das neovanguardas, como sejam o Minimalismo, o Conceptualismo, o Pós-minimalismo, a Land Art ou a Arte Povera, entre outros. No curso destes movimentos o objeto artístico sofreu uma profunda reconfiguração das suas categorias tradicionais, pelo que a sua manifestação implicou a realização de pressupostos apenas vislumbrados pelas vanguardas históricas e um refazer no depois desse tempo.

O percurso inicia-se com as experiências minimalistas que reclamaram o primado da experiência percetiva sobre o conhecimento linguístico do objeto artístico, a que segue um aprofundamento do sensorialismo, já não restringido ao âmbito da visão, mas extensível aos movimentos do corpo do observador.

O papel da linguagem verbal e da sua relação com a imagem, geralmente fotográfica, que o conceptualismo interrogou, define uma outra ordem para o objeto artístico, que perdeu a sua relação com o fazer artesanal e se posicionou como ideia do que pode ser enquanto arte. Se a arte minimal havia valorizado o objeto produzido industrialmente, a Arte Povera italiana veio confrontar essa determinação tecnológica com o valor das substâncias naturais e a sua memória poética, numa dialética crítica.

Por seu turno, a Land Art veio alargar o campo de atuação artística para a própria paisagem e da paisagem para o museu. A emergência do corpo como meio da realização artística preocupou vários artistas no início da década de 1970 e os seus trabalhos são documentos de ações artísticas que perduram a partir destes testemunhos. A par destes são apresentadas a emergência da prática do vídeo, com a diversidade de posicionamentos que lhe dão origem, e a nova fotografia alemã, sistemática e documento dos monumentos de uma ordem económica oriunda de uma cultura que havia rejeitado o objeto artístico.

Neste panorama de duas décadas intensas cruzam-se alguns dos principais posicionamentos artísticos do ocidente durante o terceiro quartel do século XX e a primeira década do século XXI.

Pedro Lapa
Curador

Do Paleolítico à Época Medieval – Exposição permanente

Band :
Title : 15 e 16 de setembro
Label : , ,

O acervo do Museu reúne as colecções iniciais do fundador e de Estácio da Veiga. A estas somaram-se numerosas outras de trabalhos arqueológicos realizados sob tutela do Museu, bem como doações ou legados, a exemplo de Bustorff Silva, Luís Bramão, Samuel Levy.
Foram ainda feitas incorporações a partir de outros departamentos do Estado, como as colecções de arqueologia da antiga Casa Real Portuguesa, após a implantação da República; colecções de arqueologia do antigo Museu de Belas Artes, quando se criou o actual Museu Nacional de Arte Antiga, entre outros.

LOULÉ. Territórios, Memórias e Identidades

Band :
Title : 15 e 16 de setembro
Label : , ,

Loulé, no sul de Portugal, é o mais extenso concelho do Algarve, que cruza de norte a sul e da serra ao mar. Dotado de bons recursos naturais, foi habitado pelo Homem ao longo dos tempos.

A história da Arqueologia de Loulé remonta ao trabalho pioneiro de Estácio da Veiga (1828-1891), que reuniu uma coleção para constituir o Museu Arqueológico do Algarve, mas que foi incorporada no então Museu Etnográfico Português em 1894. Assim, o património de Loulé ficou para sempre ligado ao Museu Nacional de Arqueologia.

Entre o século XX e o presente, a Arqueologia foi uma prática amadurecida no território louletano e no seu museu, pela ação de vários arqueólogos envolvidos nesta exposição.

São estas as razões que unem o Museu Nacional de Arqueologia e o Museu Municipal de Loulé na organização desta mostra, inscrita numa linha de colaboração prosseguida pelo Museu Nacional com as autarquias há duas décadas.

Esta exposição assume-se como o estado da Arte da investigação arqueológica do concelho de Loulé e conta a história das comunidades que o constituíram entre a Pré-História e a Idade Média, assente nos vestígios arqueológicos e nas fontes documentais conservados nas instituições que laboriosamente constroem as memórias e as identidades de Loulé.

Quase metade do concelho de Loulé é um “mar de serros” em xisto e aí existem muitos segredos que agora se vão revelar... "Vá lá ver!"Exposição “Loulé: Territórios, Memórias e Identidades”21 de Junho – 18h30Museu Nacional de Arqueologia Museu Municipal de Loulé#LTMI #MNArqueologia #museuloule #loule2017 #algarve #lisboa#património #heritage #patrimoine #arqueologia #archaeology #archéologie

Publicado por Museu Nacional de Arqueologia em Sábado, 17 de Junho de 2017

História do Mosteiro dos Jerónimos

Band :
Title : 15 e 16 de setembro
Label : ,

O Mosteiro dos Jerónimos é Monumento Nacional desde 1907 e, em 1983, a UNESCO classificou-o como Património da Humanidade.

Perto do local onde o Infante D. Henrique, em meados do séc. XV, mandou edificar uma igreja sob a invocação de Sta. Maria de Belém, o rei D. Manuel I construiu um grande Mosteiro. Para perpetuar a memória do Infante, pela sua grande devoção a Nossa Senhora e crença em S. Jerónimo, D. Manuel I decidiu fundar em 1496, o Mosteiro de Sta. Maria de Belém, perto da cidade de Lisboa, junto ao rio Tejo.
Doado aos monges da Ordem de S. Jerónimo, é hoje vulgarmente conhecido por Mosteiro dos Jerónimos.

Panteão da Dinastia de Aviz-Beja a Igreja acolhe no séc. XIX sepulturas de heróis e poetas: Vasco da Gama e Luís de Camões.

Hoje é admirado como o expoente máximo da arquitetura manuelina do séc. XVI, e parte integrante da cultura e identidade portuguesas.

O Mosteiro dos Jerónimos é desde 1983 Património da Humanidade da UNESCO.
Notável obra de arquitetura do séc. XVI é parte integrante da cultura e identidade portuguesas.

Há Fogo! Há Fogo! Acudam, acudam! – Exposição permanente

Band :
Title : 15 e 16 de setembro
Label : , ,

Cidade antiga e populosa, Lisboa foi sempre sujeita a incêndios. Por isso, são já medievais as iniciativas para assegurar a prevenção e o combate dos sinistros enquanto atividade indispensável à cidade, ao seu património e ao bem-estar dos seus habitantes.

Detendo desde então a autoridade sobre a gestão deste serviço, o município de Lisboa não mais deixou de a exercer. Mas, é com a aquisição das primeiras bombas hidráulicas transportadas por homens que se inaugura a aventura das prodigiosas máquinas de extinção de incêndios e salvamento de pessoas e se progride no sentido de uma organização cada vez mais especializada.

Com balizas temporais que vão dos finais do século XVIII a inícios do século XX, esta exposição, reúne algumas dessas máquinas e outros objetos, para contar a história da evolução tecnológica na prestação do socorro a Lisboa.

São peças que pertencem às coleções do Museu do Regimento de Sapadores Bombeiros da Câmara Municipal de Lisboa, com forte valor identitário para os bombeiros, e com grande valor patrimonial para a cidade de Lisboa, sendo a sua salvaguarda e divulgação da maior importância.

Em exposição no Picadeiro Real (antigo edifício do Museu dos Coches) até Abril 2017.

A visita a esta exposição não acresce ao custo normal do bilhete de ingresso no Picadeiro Real.