Rui Veloso

Band :
Title : 16 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 23:30

O cantor, compositor e guitarrista Rui Veloso é a mais recente surpresa para a 6.ª edição do Belém Art Fest, que decorre nos próximos dias 15 e 16 de setembro nos mais emblemáticos espaços de Belém. O grande nome da música portuguesa vai atuar sábado, dia 16, no magnífico Claustro do Mosteiro dos Jerónimos, num concerto que promete fundir-se na perfeição com este espaço histórico.

Rui Veloso dispensa apresentações, dono de temas de sucesso que atravessam gerações, como “Chico Fininho”, “Não há estrelas no céu”, “A paixão (segundo Nicolau da viola)”, “Jura”, “Porto Covo” e “Nunca me esqueci de ti”, o músico leva ao Belém Art Fest um espetáculo que passará em revista estes e muitos outros temas que marcam a sua carreira de sucesso que já conta com mais de três décadas.

O músico que elevou a qualidade da música em Portugal cruzou o palco com alguns dos mais galardoados nomes da música internacional, B.B.King, Gilberto Gil, Lenine, no projeto Rio Grande (com Tim, Vitorino, João Gil e Jorge Palma), entre muitos outros.

Tiago Bettencourt

Band :
Title : 15 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 22h30

Autor de várias composições de referência da nova música portuguesa, Tiago Bettencourt apresenta em 2013 um concerto onde revisita os temas mais marcantes do seu percurso. Foi há 10 anos que embarcou naquela que seria a sua primeira aventura em estúdio, com Toranja, marcando para sempre o panorama musical português.

A riqueza da simplicidade dos seus poemas e melodias depressa captou a atenção do público e se “Esquissos” foi um sucesso de vendas, o álbum “Segundo” também não ficou aquém. Temas inesquecíveis como “Carta” e “Laços” são indissociáveis das suas melodias e da sua voz marcante. Já em 2006 os Toranja anunciam uma pausa prolongada. É então que Tiago Bettencourt parte para o Canadá e tendo como banda de apoio os Mantha, grava o álbum “Jardim”, editado em 2007 com o grande êxito “Canção Simples”. Em 2010, é editado “Em fuga”com o single “Só mais uma volta”. A mesma edição exclusiva CD DVD contém imagens inéditas de estúdio durante a gravação de «Em Fuga», juntamente com uma filmagem de músicas do primeiro álbum a solo do músico. O DVD resulta numa longa-metragem que acompanha vários momentos da carreira do músico até ao presente álbum.

No final do ano de 2011 é editado o álbum, “Tiago na Toca e os Poetas”, um projecto à parte que reúne uma série de poemas musicados por Tiago Bettencourt, bem como algumas versões gravadas no verão de 2008, entre os álbuns “O Jardim” e “Em Fuga”. Neste álbum, que surge acompanhado de um livro, Tiago o músico canta poemas de autores portugueses como Florbela Espanca e José Carlos Ary dos Santos, na companhia de amigos, entre eles, Carminho, Camané, Fernando Tordo, entre outros. A 26 de Novembro de 2012 chega às lojas o mais recente trabalho de Tiago Bettencourt.

O regresso aos discos é também uma imensa celebração: reunido de convidados e munido dos melhores momentos de uma carreira exemplar, «Acústico» assinala um percurso de uma década de muitas experiências e sucesso, que não só revelou uma das maiores vozes nacionais como trouxe um dos grandes autores da sua geração. Registado num concerto único, em estúdio, em «Acústico» recria-se de forma simples e original momentos incontornáveis como «Carta», o primeiro single, «Laços», «Canção Simples», «Só Mais Uma Volta», entre muitos outros. Mas, na aventura de olhar o passado, «Acústico» também apresenta as pistas para o futuro, através do inédito «Temporal». «Acústico» nasceu num espectáculo íntimo, gravado no passado Verão, perante cerca de 60 pessoas.

O álbum conta com duas colaborações de luxo: Lura e Jorge Palma. Segundo Tiago Bettencourt, «este álbum é o que é: o conjunto das músicas que, desde o meu princípio como músico, o grande público foi escolhendo como suas preferidas. Canções despidas e rearranjadas, ao vivo, sem truques».

Dead Combo

Band :
Title : 16 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 23h

Os DEAD COMBO são Tó Trips e Pedro Gonçalves. A dupla nasceu em 2003 na sequência de um convite do radialista Henrique Amaro (Antena 3) para comporem e gravarem a canção “Paredes Ambience”, incluída no disco de homenagem a Carlos Paredes “Movimentos Perpétuos – Música para Carlos Paredes”.

Os oito álbuns da banda editados até ao momento, cinco dos quais de originais, têm sido largamente elogiados em Portugal e no estrangeiro, recebendo vários prémios para “Álbum do Ano”. Lusitânia Playboys (2008), o terceiro disco de estúdio, foi eleito “Álbum da Década” pelo jornal Expresso.

A dupla participou no episódio sobre Lisboa do programa televisivo “No Reservations” de Anthony Bourdain, o que lhes valeu a entrada no top 10 dos discos de world music mais vendidos no iTunes norte-americano.

Em Dezembro de 2014, coroando um ano com mais de 40 concertos realizados, esgotaram com espetáculos mágicos o Coliseu dos Recreios em Lisboa e o Teatro Rivoli no Porto.

Também no final de 2014, ficou a saber-se que “A Bunch of Meninos” foi considerado pelos leitores do Blitz Como o melhor álbum português de 2014.

O ano de 2015 começou com a chegada da música dos DEAD COMBO a Hollywood, através da inclusão de 2 músicas suas no filme “FOCUS”, realizado pela dupla  Glenn Ficarra e John Requa e protagonizado pela super-estrela norte-americana Will Smith.

Ao vencerem o Globo de Ouro 2015 para melhor banda, os DEAD COMBO viram confirmar-se, a trajetória extraordinária que têm vindo a desenhar, com a consolidação da sua carreira internacional e a sua afirmação como uma das mais interessantes e importantes bandas do novo panorama musical português.

No plano internacional mais recente (em 2017), fizeram uma tour de teatros em Espanha no mês de Fevereiro, vários concertos em Cabo Verde integrados na visita da comitiva da Presidência da República Portuguesa, a participação no Cappadox Festival na Turquia em Maio e um concerto em Junho no importante festival SUMMER STAGE, realizado no Central Park em Nova Iorque.

Meadows

Band :
Title : 16 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 21h30

Featured on the Netflix show „13 Reasons Why“ this guy and his music is currently being brought into millions of living rooms all around the world. And he gets back not alone thousands of Shazams per day but also very warm and enthusiastic feedback from new fans in the US, Canada, Brazil, Australia, the UK and many more. Let me introduce to you: Meadows. The Only Boy Awake.

Imagine Glen Hansard would wake up as The Tallest Man On Earth. Born and raised in the small town Söderköping on the east coast of Sweden, he travelled around the world for the last couple of years, collecting impressions, experiences and songs which turned him into one of the most interesting and nicest guys you can possibly think of.

In the end of 2016 Meadows released his debut EP “The Only Boy Awake” on What We Call Records which is the new label by Matthias Kranz and Henning Sommer (Wilhelm Tell Me). They met him at SPOT Festival 2015 in Aarhus, Denmark and fell in love with his music instantly. Since Meadows became a good friend of theirs and he was looking for a way to release his songs in Germany, they signed him as their first act not thinking twice and started working. Now „The Only Boy Awake“ is ready to hit the stores world wide. Enjoy Meadows. We already do!

Cais do Sodré Funk Connection

Band :
Title : 15 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 23h00

O título do último disco dos Cais Sodré Funk Connection, editado em 2016, “Soul, Sweat & Cut the Crap”, diz-nos praticamente tudo o que importa saber sobre a música que fazem: vem da alma, exige energia e entrega, e é honesta e directa. Sem truques, sem artifícios, sem efeitos especiais ou enquadramentos artificiais de modas vazias.

O som dos Cais Sodré Funk Connection é, obviamente, canalizado através dos grandes: de James Brown e Aretha Franklin, de Marvin Gaye e Etta James, reis e raínhas que ainda hoje são referências incontestadas onde quer que se valorize o poder da alma acima do ruído das luzes. Uma linhagem nobre que sustentou revoluções como o Civil Rights Movement e meteu um presidente na Casa Branca e que hoje é defendida por verdadeiros combatentes do amor como Sharon Jones ou Charles Bradley. A música dos Cais Sodré Funk Connection é da mesma estirpe, tem o mesmo nervo. Como o jazz ou o rock and roll, que se tornaram linguagens universais e globalizadas, também a soul por aqui faz sentido. Também se canta nas igrejas de cá. E igreja pode ser um sítio qualquer onde se expõe a alma. Durante muito tempo os Cais Sodré Funk Connection fizeram das noites de quinta feira momento de peregrinação especial para uma cerimónia de ritmo no Musicbox. Foi aí que conquistaram fãs. E dos palcos para o estúdio foi um pequeno passo, de dança.

João Gomes, Francisco Rebelo, David Pessoa, João Cabrita, José Raminhos, Miguel Marques e Rui Alves são os inexcedíveis instrumentistas de serviço, poços de bom gosto em que sabe bem mergulhar. À frente, a classe pura de Silk e Tamin que injectam alma em cada tema como se o Cais Sodré fosse ali algures ao lado de Memphis, um sítio obrigatório para passar a caminho dos estúdios da Stax.

Música assim não se prende ao tempo, só à alma de quem a ela se entrega.

DJ Ride

Band :
Title : 15 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 00h
  • Ride-2-©-Aidan-Kless
  • Ride-3-©-Aidan-Kless
  • DJ RIDE PORTRAIT FOR PROMOTIONAL USE

    DJ RIDE PORTRAIT FOR PROMOTIONAL USE

DJ Ride é muitas coisas. É metade dos Beatbombers com Stereossauro. É campeão do mundo de scratch. É detentor de seis títulos de campeão a nível nacional. É um nerd do scratch, um DJ com capacidade para rockar festas sejam elas de que tamanho forem. É sound designer e produtor com vários EP’s e três álbuns no currículo, “Psychedelic Soundwaves”, “Turntable Food” e “Life in Loops”. É um digger dedicado, como muito bem o demonstra o documentário Discos Perdidos. É um pioneiro, facto que pode ser justificado, por exemplo, com o seu espetáculo Pixel Trasher. Ride é, mesmo, muitas coisas. Mas basta uma para o definir da forma mais profunda e mais simples possível: Ride é um apaixonado por música.

Com os skills correntemente ao rubro, fruto de uma incansável vida na estrada que o leva a contabilizar centenas de gigs por ano, em clubes e festivais, de Lisboa a Londres, da Sérvia à Polónia, de Ibiza a França, DJ Ride demonstra igualmente uma enorme generosidade e abertura no que à música diz respeito: dubstep, hip hop, drum n’ bass, eletrónica dos mais diferentes   recortes. Nenhum território é deixado inexplorado pela natural curiosidade de DJ Ride. A recompensa tem chegado de muitas formas, com convites para os mais conceituados festivais e clubes e com a partilha de palcos e cartazes com referências como Q-Bert, Gaslamp Killer, Dam-Funk, A-Trak, Flying Lotus, Steve Aoki ou Moderat. E é com nomes dessa dimensão que Ride está verdadeiramente entre os seus pares. Tudo isto tem valido a Ride um reconhecimento por que qualquer DJ anseia: o de que é igualmente um músico. Convites para tocar com músicos tão distintos como André Fernandes ou Legendary Tigerman; para remisturar bandas como Balla, Micro Audio Waves ou artistas como Kika Santos; a juntar aos recentes discos que produziu para Capicua e Jimmy P são justa conta do alcance da sua visão musical. O nome de Ride já não é, por isso mesmo, estranho na imprensa, na tv, na rádio ou na web. É uma certeza.

Na discografia carrega Life in Loops (2012), um álbum repleto de surpresas que confirmou Ride como sinónimo de talento, qualidade, inovação e espírito de aventura, valores que devem ser sempre procurados na música e que o homem de Psychedelic Soundwaves e Turntable Food nunca perdeu de vista. Para 2015, Dj Ride garante o regresso às edições, desta vez com um LP que promete abalar as frequências dos sistemas de som. Com data de lançamento prevista para Maio, o disco será acompanhado de um novo formato ao vivo, Pixel Trasher II. Quer estejam instalados num clube, num festival com milhares de pessoas ou a ouvir nos auscultadores, Dj Ride é um must listen nas novidades deste ano.

Sean Riley & The Slowriders

Band :
Title : 15 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 23h

Tudo começou em 2007 com a edição de Farewell, onze belíssimas canções que projectaram Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas da história da música produzida em Portugal.

A relevância dada a Farewell e consequente exposição mediática da banda elevaram a fasquia para o segundo disco – e a banda respondeu com um inspirado Only Time Will Tell.

Aclamado pela crítica, sustentado com grandes prestações ao vivo, caso do sucesso alcançado nos festivais de Paredes de Coura e Alive, e com dois discos editados no Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo) pela Sonic Rendezvous.

Seguiu-se a edição nacional de “It’s Been A Long Night” um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico.

Depois de 3 anos afastados dos palcos para prosseguirem projectos paralelos (como no caso de Afonso Rodrigues com Keep Razors Sharp), 2015 marca o regresso aos palcos e 2016 o regresso aos discos de originais, com o lançamento do álbum homónimo Sean Riley & The Slowriders”. Dili, Greetings e Gipsy Eyes são os singles de apresentação deste álbum.

Octa Push

Band :
Title : 16 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 23h

Octa Push é um projeto que funde música lusófona com ligações aos PALOP, com eletrónica, formado por dois irmãos (Leo e Bruno) de Carcavelos/Lisboa. Já pisaram palcos como Sonar Festival, Fabric, Glade Festival, Amsterdam Dance Event, NOS Alive, SBSR, MED, RiR, CCB, Casa da Música, Lux, entre outros. A nível editorial, destacam-se lançamentos de temas originais em editoras como Soul Jazz Records, Soundway Records, Iberian Records, Enchufada e o apoio de nomes como SBTRKT, Thom Yorke (Radiohead) ou Gilles Peterson (BBC).

Depois de em 2013 terem editado “Oito”- considerado um dos melhores álbuns de 2013 (Blitz, Sapo, Punch, Vodafone FM) – os irmãos Octa Push acabam de lançar “Língua”. Um disco quase inteiramente em português e uma homenagem à música lusófona que tem sido feita nos últimos 40 anos. “Língua” é comunicar, reivindicar, gritar! Conta com convidados como Tó Trips (Dead Combo), Batida, Cachupa Psicadélica, Cátia Sá (ex-Guta Naki), Maria João Grancha, Ary (Blasted Mechanism), João Gomes (Orelha Negra) , Braima Galissa, Alex (Terrakota), AF Diaphra, Gospel Collective, entre outros.

Joana Alegre

Band :
Title : 16 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 21h

Da busca pelo Reggae, Folk e World Music com Katharsis, à formação Jazz e participação em The Pulse, como letrista e vocalista no álbum homónimo e single No Match, chegando ao coro Gospel Collective, e mais recentemente abraçando a Pop no sucesso E Agora? com Mikkel Solnado, Joana Alegre, compositora, intérprete e letrista premiada*, incorpora toda esta senda nas canções dadas a conhecer em “Joan&The White Harts”, o seu primeiro álbum a solo.

Joan&The White Harts, álbum conceptual ou conto cantado tema a tema, numa história de, e para todos, vai da estética folk/pop ao indie/soul e reveste-se do poder da canção livre, de cantautor, cuja impressão digital se firma entre o lirismo acústico naïve e a irreverência indie/soul.

Distribuído online pelo grupo Universal Music, produzido por Mikkel Solnado, com direcção musical de Joana Alegre e Bernardo Fesch, o álbum conta com as participações de MimiCat, Mikkel Solnado, Daniel Lima (HMB), Gospel Collective, Jota Erre, Maurício Caruso, Jessê Santo.​

Marta Hugon

Band :
Title : 15 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 21h

Bittersweet é o mais recente álbum de Marta Hugon, e reúne canções originais que ela escreveu como pequenos contos. O disco, composto em parceria com Filipe Melo, dá corpo e respiração a histórias ora doces, ora amargas, sérias ou subversivas. Numa viagem através das fronteiras de género — visita-se o jazz, os blues o funk e a pop —, não faltam pastiches tipo boy meets girl, nem uma orquestra a tocar uma “Silly Little Song”. Em concerto, Bittersweet ganha vida própria na companhia de Óscar Graça nas teclas, Mário Delgado na guitarra, Nelson Cascais no baixo e André Sousa Machado na bateria. É ao vivo, com estes músicos de excepção, que a cantora oferece o melhor da sua voz: madura, versátil e sempre emotiva, numa escrita que pára para apreciar e cantar o caminho.