Janeiro

Band :
Title : 15 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 22h

Janeiro, desde cedo se apaixonou pela música. Aos 13 anos começa a tocar guitarra, hobbie este que foi desenvolvendo até se transformar num fio condutor para o crescimento de Janeiro como artista. Aos 18 anos decide deixar a sua cidade natal, Coimbra, para se mudar para Lisboa com o intuito de estudar Jazz no Hot Clube De Portugal, Musicologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e dar-se a conhecer ao mundo como músico e compositor.

No último ano da sua licenciatura, com 20 anos de idade, apresentou o EP de estreia “Janeiro”. Gravado no seu home studio improvisado, onde o talento e a força de vontade foram maiores que as próprias condições num trabalho discográfico meio alternativo, que pisca o olho ao fado e ao jazz, mas também à R&B electrónica.
Com influências que vão desde o rock até à bossa nova, passando pelo jazz e música clássica, Janeiro tem uma visão muito clara sobre o caminho a percorrer. Quer continuar a crescer como artista e apresentar canções pop elegantes e sofisticadas que reflitam a vida de todos nós e que, ao mesmo tempo, o identifiquem.

Maura

Band :
Title : 16 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 22h

Com apenas 16 anos, quando se preparava para trilhar uma carreira na área da moda durante um festival internacional, Maura acabou por arrebatar o prémio na categoria de Melhor Talento com uma interpretação de fado, perante um júri composto por representantes de sessenta países.

Desde então, acumula a experiência que só as casas de fado conseguem proporcionar, e tem marcado presença em importantes eventos, como o Festival de Fado de Marrocos, o Festival NOS Alive, sendo considerada a revelação da edição de 2016 do Festival Caixa Alfama.

Apesar de muito jovem, Maura transmite uma força e magnetismo que não passam despercebidos.

Presidentes de Portugal – Exposição permanente

Band :
Title : 15 e 16 de setembro
Label : , ,

Introdução 

Quando analisamos os poderes do Presidente da República temos em conta, quase exclusivamente, os seus poderes constitucionais ou, mais precisamente, as competências que lhe são cometidas pela Constituição.

Constituição de 1911 

De facto, em 1911 temos um Presidente da República em nada comparável ao Presidente do nosso sistema actual. Tratava-se, ali, de um Presidente da República típico dos sistemas de governo parlamentares, isto é, um Chefe do Estado que ou não é eleito (caso das monarquias parlamentares) ou que, como na República parlamentar de 1911, é eleito pelo parlamento (Congresso) e por este destituível. 

Constituição de 1933 

Por outras razões, também não há grande interesse científico em estabelecer comparações relativamente ao Presidente da República do chamado Estado Novo. Como é próprio de um regime autocrático, a Constituição de 1933 é uma Constituição meramente nominal ou semântica, pelo que aquilo que na realidade determina o relacionamento entre os diferentes órgãos de poder e a respectiva margem de actuação não é o texto constitucional, mas antes as relações de força tal como são vividas na realidade de um regime ditatorial.

Constituição de 1976 

Face a esta tradição, a configuração constitucional do órgão Presidente da República na Constituição de 1976 corresponde a algo radicalmente novo. Desde logo, trata-se de um Presidente eleito directamente pelos cidadãos num regime de democracia representativa e, por força do sistema eleitoral adoptado (duas voltas), eleito necessariamente pela maioria absoluta dos eleitores.

República Portuguesa – Exposição permanente

Band :
Title : 15 e 16 de setembro
Label : , ,

Introdução 

Na manhã de 5 de Outubro de 1910 é proclamada a República, na varanda dos Paços do Concelho, em Lisboa. Com ela nasce também a instituição presidencial que, apesar das sucessivas alterações dos seus poderes, marca profundamente a história do século XX português.

I República (1910-1926) 

O primeiro Presidente constitucional da República Portuguesa, Manuel de Arriaga, é eleito no meio de forte competição, a 26 de Agosto de 1911. Com um mandato de quatro anos, ocupa a Presidência até 26 de Maio de 1915, data em que, na sequência da ditadura militar de Pimenta de Castro, resigna a favor de Teófilo Braga.

Estado Novo (1926-1974) 

O golpe de estado, que triunfa praticamente sem oposição, inaugura um longo período ditatorial. Os primeiros meses da Ditadura Militar são turbulentos e confusos, com os líderes da insurreição a disputarem o poder: Sinel de Cordes, Mendes Cabeçadas, Gomes da Costa.

Democracia 

Os dois primeiros Presidentes do após 25 de Abril, António de Spínola e Francisco da Costa Gomes, são propostos pelo Movimento das Forças Armadas e não eleitos.

Símbolos Nacionais – Exposição permanente

Band :
Title : 15 e 16 de setembro
Label : , ,

Bandeira Nacional

Após a vitória da revolução republicana de 5 de Outubro de 1910, os novos dirigentes vêem na redefinição dos símbolos nacionais uma das suas prioridades. O Hino da Carta é substituído pela marcha A Portuguesa, a bandeira azul e branca pela verde e rubra.

Hino Nacional

Alfredo Keil terá composto na noite de 12 de Janeiro a marcha patriótica A Portuguesa, em protesto contra o Ultimato Inglês de 11 de Janeiro de 1890. A iniciativa surgira durante um jantar de amigos frequentadores da “Tabacaria Costa” do Rossio e da editora musical “Neuparth” no Chiado, grupo de que fazem parte, entre outros, Keil, Augusto Neuparth, Duque de Palmela, Rafael Bordalo Pinheiro, Sebastião de Magalhães Lima e Teófilo Braga.