Dead Combo

Band :
Title : 16 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 23h

Os DEAD COMBO são Tó Trips e Pedro Gonçalves. A dupla nasceu em 2003 na sequência de um convite do radialista Henrique Amaro (Antena 3) para comporem e gravarem a canção “Paredes Ambience”, incluída no disco de homenagem a Carlos Paredes “Movimentos Perpétuos – Música para Carlos Paredes”.

Os oito álbuns da banda editados até ao momento, cinco dos quais de originais, têm sido largamente elogiados em Portugal e no estrangeiro, recebendo vários prémios para “Álbum do Ano”. Lusitânia Playboys (2008), o terceiro disco de estúdio, foi eleito “Álbum da Década” pelo jornal Expresso.

A dupla participou no episódio sobre Lisboa do programa televisivo “No Reservations” de Anthony Bourdain, o que lhes valeu a entrada no top 10 dos discos de world music mais vendidos no iTunes norte-americano.

Em Dezembro de 2014, coroando um ano com mais de 40 concertos realizados, esgotaram com espetáculos mágicos o Coliseu dos Recreios em Lisboa e o Teatro Rivoli no Porto.

Também no final de 2014, ficou a saber-se que “A Bunch of Meninos” foi considerado pelos leitores do Blitz Como o melhor álbum português de 2014.

O ano de 2015 começou com a chegada da música dos DEAD COMBO a Hollywood, através da inclusão de 2 músicas suas no filme “FOCUS”, realizado pela dupla  Glenn Ficarra e John Requa e protagonizado pela super-estrela norte-americana Will Smith.

Ao vencerem o Globo de Ouro 2015 para melhor banda, os DEAD COMBO viram confirmar-se, a trajetória extraordinária que têm vindo a desenhar, com a consolidação da sua carreira internacional e a sua afirmação como uma das mais interessantes e importantes bandas do novo panorama musical português.

No plano internacional mais recente (em 2017), fizeram uma tour de teatros em Espanha no mês de Fevereiro, vários concertos em Cabo Verde integrados na visita da comitiva da Presidência da República Portuguesa, a participação no Cappadox Festival na Turquia em Maio e um concerto em Junho no importante festival SUMMER STAGE, realizado no Central Park em Nova Iorque.

Cais do Sodré Funk Connection

Band :
Title : 15 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 23h00

O título do último disco dos Cais Sodré Funk Connection, editado em 2016, “Soul, Sweat & Cut the Crap”, diz-nos praticamente tudo o que importa saber sobre a música que fazem: vem da alma, exige energia e entrega, e é honesta e directa. Sem truques, sem artifícios, sem efeitos especiais ou enquadramentos artificiais de modas vazias.

O som dos Cais Sodré Funk Connection é, obviamente, canalizado através dos grandes: de James Brown e Aretha Franklin, de Marvin Gaye e Etta James, reis e raínhas que ainda hoje são referências incontestadas onde quer que se valorize o poder da alma acima do ruído das luzes. Uma linhagem nobre que sustentou revoluções como o Civil Rights Movement e meteu um presidente na Casa Branca e que hoje é defendida por verdadeiros combatentes do amor como Sharon Jones ou Charles Bradley. A música dos Cais Sodré Funk Connection é da mesma estirpe, tem o mesmo nervo. Como o jazz ou o rock and roll, que se tornaram linguagens universais e globalizadas, também a soul por aqui faz sentido. Também se canta nas igrejas de cá. E igreja pode ser um sítio qualquer onde se expõe a alma. Durante muito tempo os Cais Sodré Funk Connection fizeram das noites de quinta feira momento de peregrinação especial para uma cerimónia de ritmo no Musicbox. Foi aí que conquistaram fãs. E dos palcos para o estúdio foi um pequeno passo, de dança.

João Gomes, Francisco Rebelo, David Pessoa, João Cabrita, José Raminhos, Miguel Marques e Rui Alves são os inexcedíveis instrumentistas de serviço, poços de bom gosto em que sabe bem mergulhar. À frente, a classe pura de Silk e Tamin que injectam alma em cada tema como se o Cais Sodré fosse ali algures ao lado de Memphis, um sítio obrigatório para passar a caminho dos estúdios da Stax.

Música assim não se prende ao tempo, só à alma de quem a ela se entrega.

Joana Barra Vaz

Band :
Title : 16 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 21h30

“Mergulho em Loba” existe num universo entre o folk e a electrónica. Composto entre 2012 e 2013, o disco é uma viagem sonora com canções que se sobressaltam sem paragens, em suites, convidando o ouvinte a fazer esse percurso e a sentir a urgência de chegar ao fim com uma resposta na ponta da língua ou no embalo da dança.

Joana Barra Vaz divide o tempo entre a realização e a música e, desde o lançamento do EP “Passeio Pelo Trilho” em 2012, apresentou-se ao vivo como “flume” em várias salas do país, inclusivamente o Teatro São Luiz, a convite de Sérgio Godinho. O primeiro longa duração editado pela bi-du-á (que fundou com Pedro dos Reis) em Setembro foi mostrado ao público no Teatro do Bairro, no festival Vodafone Mexefest, entre outros. “Mergulho em Loba” tem sido bem acolhido pela imprensa especializada, figurando no topo de várias listas de melhores discos do ano.

Gravado nos Estúdios IÁ por Bernardo Barata, em Alvito com o co-produtor Luís Nunes, na Sociedade Musical União Paredense e nas várias casas de Joana Barra Vaz, “Mergulho em Loba” conta com a participação dos músicos Ricardo Jacinto, David Pires, David Santos, João Gil, Ana Nagy, Mário Amândio, Gabriel Correia e ainda Selma Uamusse como voz convidada no tema “Tanto Faz”.

Trio EDNA

Band :
Title : 15 de Setembro
Label : ,
Catalog ref. : 21h30

O Trio EDNA é composto por Daniel Lemos, Francisco Vicente e Márcia Trabulo.  São 3 vozes que em harmonias perfeitas criam versões cativantes dos temas que marcaram a nossa vida.

Em 2016, estas 3 vozes decidem juntar-se para participar no programa RTP – The Voice Portugal onde chegam à fase final apadrinhados pela Áurea. A cumplicidade entre as vozes é notória e não vem de agora. O trio  faz parte do grupo coral OTE, composto por 8 solistas, desde 2013

Em 2017, depois do enorme sucesso no programa televisivo, os EDNA decidem apostar no projeto para dar resposta à procura para espetáculos. Ficaram conhecidos pelos arranjos vocais fortes e característicos em que as suas vozes dialogam entre si e se unem numa musicalidade peculiar, pouco explorada em Portugal.

A título de curiosidade, na carreira musical destes 3 jovens destacam-se as formações na Escola de Jazz Hot Club Portugal em voz e instrumentos e a participação no Saint Dominics Gospel Choir que gravou o álbum Contramão de Pedro Abrunhosa.